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a hora certa de deixar o berço

Até que idade usar o berço

a hora certa de deixar o berço

Não existe uma idade correta para deixar de usar o berço e fazer a transição para a cama, mas especialistas indicam uma média entre um ano e meio e quatro anos de idade.

Alguns pontos são bem relevantes para considerar essa mudança. São eles:

  • o tamanho do seu bebê;
  • o quanto espoleta ele é, sendo capaz de escalar o móvel;
  • e o quanto está preparado para deixar a segurança limitadora do berço e desfrutar a liberdade da caminha.

Se você optou por um móvel do tipo (2 em 1) ou (3 em 1), bastará ajustar as grades para aproveitar uma das possibilidade do seu berço, que pode ter até seis utilidades, sendo mini cama, sofá, cômoda, cama auxiliar e até escrivaninha. De outro modo, se já tinha investido numa cama babá, chegou a hora de começar a utilizá-la para sonecas da tarde e depois para noites inteiras de sono. Porém, não deixe de assegurar o bem estar da sua criança com grades de proteção, que podem ser acopladas ou modelos presos sob o colchão.

Alguns pediatras afirmam que crianças maiores de 90 cm não devem ser mantidas em berço, visto que podem virar o corpinho sobre a grade. Se este é o caso da sua filha ou filho, que tal começar tentando com um colchão no chão, como no quarto de bebê Montessoriano, ou cama auxiliar?  Assim, você evitará um risco maior de quedas, mas precisa estar atenta aos outros itens de segurança, como protetores de tomadas, redes nas janelas e bloqueios para os ambientes mais perigosos da casa.

Se você vai mesmo precisar escolher um novo modelo de cama infantil, convide sua criança para participar de todos os detalhes do processo e crie um dia especial para a mudança, com direito a balões e decoração do quarto. Uma ótima dica é contar aos amigos e familiares o quanto seu príncipe ou princesa cresceu e, por isso, vai fazer a transição do berço para a cama, além de elegerem um brinquedo companheiro para a nova jornada.

Camas infantis de todos os tipos invadiram o mercado nos últimos anos, no entanto, nem todas respeitam as normas de segurança da Associação Brasileira de Normas Técnicas. É preciso evitar acabamentos pontiagudos, quinas e observar o tipo de tinta atóxica usada no mobiliário. Modelos com escorregador, playground e casinha devem ter atenção dobrada. A cama júnior, mais baixa e menor no comprimento, deve servir até a pré-adolescência, mas depois disso precisa ser trocada novamente por uma cama de solteiro convencional.

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